Rochelle Jordan está esperando do Brasil ‘uma festa enorme e muito sexy’
Categoria: Relacionamentos
Atração do ZIG Fest, cantora conta como virou amiga de Liniker, relembra o convite de Mariah Carey e fala dos planos para um novo álbum.
Por Capricho | 23/09/2026
E m dezembro de 2025, Rochelle Jordan dizia à CAPRICHO que o Brasil estava no alto de sua lista de destinos. Agora, aquela vontade tem data marcada: 10 de outubro, quando a cantora britânico-canadense se apresenta no ZIG Fest, em São Paulo. Ela até tenta moderar as expectativas para conseguir se surpreender, mas já tem uma ideia do que vem pela frente. “Sinto que vem aí uma festa enorme e muito sexy. Estou tentando me preparar mentalmente para ter certeza de que vou entregar o meu melhor para vocês”, conta em uma nova conversa com a CH. Nascida em Londres e criada em Toronto, Rochelle aproxima R&B, house, garage britânico e pop em trabalhos como Play With the Changes (2021) e Through the Wall (2025). A estreia por aqui acontece logo depois desse último disco ganhar novas versões e a cantora passar a colaborar com artistas que, até outro dia, apareciam nas suas entrevistas como referências de infância. View this post on Instagram 48 horas no Brasil com Rochelle Jordan A passagem pelo Brasil será curta: cerca de 48 horas, entre compromissos da turnê com Suki Waterhouse . Isso não diminui a vontade de experimentar a comida local. “Não importa o que esteja acontecendo: vou sair direto do palco para garantir meu frango com banana-da-terra, ou qualquer outra coisa que vocês tenham por aí. Eu quero!”, brinca. O roteiro apertado até lhe dá uma ideia: transformar a visita numa série chamada “48 horas no Brasil com Rochelle Jordan”. Continua após a publicidade A cantora já ouviu recomendações de uma amiga que passou seis meses no país e voltou incentivando todo mundo a fazer a viagem. Ela também espera retornar com mais tempo para conhecer outros destinos. “Na próxima, a gente volta e faz shows em alguns lugares diferentes do país. Sei que existem muitos lugares por aí onde eu deveria me apresentar.” Ela também já tem uma amizade brasileira que a CH descobriu ao sugerir nomes para sua playlist. Bastou mencionar Liniker para Rochelle interromper a indicação: “Eu amo a Liniker! A gente é literalmente amiga”. As duas começaram a conversar há alguns meses e se encontraram num festival em que ambas se apresentariam. “Ela me deu pastilhas para a garganta porque minha garganta estava seca”, lembra. “Ela é maravilhosa”, diz Rochelle. Ao falar da visita ao Brasil, deixa uma possibilidade no ar: “Ela vai estar no show no Brasil, e talvez venham coisas muito legais com ela mais para a frente também”, sem detalhar possíveis projetos. Urias , Marina Sena e Fernanda Abreu completaram as sugestões da CH, e Rochelle pediu que os nomes fossem enviados à equipe para poder procurar cada uma depois. Continua após a publicidade View this post on Instagram Colaborando com suas maiores referências Outra conexão recente levou a cantora à discografia de uma de suas maiores referências: Mariah Carey . Em agosto, as duas lançaram uma nova versão de Didn’t Mean to Turn You On , produzida por KLSH , como parte da celebração dos 25 anos de Glitter (2001). Rochelle acredita que esta