SOS Sexo: tudo o que rolou no encontro da CAPRICHO sobre saúde sexual
Categoria: Relacionamentos
Do ciclo menstrual à contracepção, a CAPRICHO organizou um evento sobre saúde sexual - sem nenhum tabu ou vergonha envolvida, tá?
Por Capricho | 26/09/2026
O O primeiro encontro de leitores da CAPRICHO dedicado à saúde sexual e reprodutiva aconteceu nesta sexta-feira (25), na própria redação da revista, em São Paulo. O SOS Sexo Entre Nós , em parceria com a Bayer, reuniu leitores para um papo sobre contracepção, prazer e saúde. Aquela conversa sem tabu, sabe? Um espaço para informação e troca de experiências. Ficou curioso? Venha conferir tudo que rolou no evento! Muitas vezes, dúvidas sobre saúde sexual acabam ficando de lado por vergonha, medo ou falta de um espaço seguro para falar sobre o assunto. Quem nunca recorreu a uma amiga ou fez uma busca rápida na internet para encontrar uma resposta? Para ajudar nessa jornada, o SOS Sexo, que desta vez aconteceu presencialmente, convidou a doutora Tatiana Pandim, ginecologista e obstetra, para responder às principais questões e aproximar essa discussão da rotina dos leitores. A conversa foi dividida em três principais momentos: “Posso perguntar isso para a minha gineco?”, dedicado às dúvidas sobre o ciclo menstrual e a saúde íntima; em seguida, “Pânico: gravidez na adolescência”, um papo sobre contracepção e “primeiras vezes”; e, por fim, “Prazer também é saúde”, que discutiu autoconhecimento, desejo e consentimento. Continua após a publicidade Posso perguntar isso para a minha gineco? Para começar o papo, os leitores puderam colocar na roda aquelas perguntas que muitas vezes ficam guardadas por vergonha. O primeiro momento foi dedicado ao ciclo menstrual e à saúde íntima, passando por questões que fazem parte da rotina, mas nem sempre são fáceis de conversar. Esse “tabu” na hora de discutir saúde sexual foi alvo de uma pesquisa recente, sabia? Um levantamento feito pela Ipsos a pedido da Bayer revelou que 62% das mulheres de 18 a 29 anos entrevistadas recorrem à internet como primeira fonte de informação sobre saúde. Continua após a publicidade Com a participação da ginecologista Tatiana Pandim, o evento serviu como um espaço para descomplicar informações sobre o próprio corpo. Afinal, entender o que acontece com ele também faz parte do cuidado com a saúde — e perguntar faz parte desse processo. Mas, afinal, quando é o momento de ir ao ginecologista pela primeira vez? Segundo Tatiana, não existe uma idade única que determine quando essa consulta deve acontecer. Um dos principais marcos é a primeira menstruação, mas a adolescente também pode procurar atendimento antes disso, caso tenha dúvidas ou se sinta confortável para conversar com um profissional. Continua após a publicidade Mais do que realizar exames, a primeira consulta pode ser o início da construção de uma relação de confiança. “A primeira consulta ginecológica é para criar vínculo”, explicou a doutora. Por isso, encontrar um profissional com quem a paciente se sinta segura também faz parte desse processo. A conversa ainda tratou de uma preocupação comum entre adolescentes: o medo de falar com o ginecologista por vergonha ou até receio de que os pais descubram o que foi conversado. Tatiana exp