Florence Pugh cobra homens após caso de estupro em universidade
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Atriz se manifestou sobre acusações de violência sexual contra uma universitária; investigação foi reaberta nos Estados Unidos.
Por Capricho | 29/09/2026
F lorence Pugh usou o Instagram para fazer um chamado aos homens: participar do enfrentamento à violência sexual também é responsabilidade deles. A atriz se manifestou após a repercussão de uma denúncia de estupro coletivo envolvendo integrantes de uma fraternidade da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Em sua publicação, Florence cobrou que os homens se envolvam nas conversas sobre comportamentos que permitem e normalizam abusos. Para ela, o silêncio diante de denúncias como essa compromete a confiança das mulheres. “Precisamos que nossos homens estejam tão horrorizados e enojados quanto nós” , escreveu, em tradução livre. A atriz também criticou instituições de ensino que, em sua avaliação, priorizam o futuro dos acusados e deixam em segundo plano o impacto da violência na vida de quem denuncia. Seu posicionamento reforça uma cobrança: a indignação precisa se transformar em participação e responsabilização. Continua após a publicidade “Este é realmente o momento em que precisamos que nossos homens fiquem tão horrorizados e enojados quanto nós. Vocês precisam estar liderando conversas sobre como mudar a tolerância e a cumplicidade com esse comportamento tanto quanto nós. Como vocês esperam que confiemos que ‘não são todos os homens’ quando, em momentos como este, muitos de vocês ficam em silêncio?”, questiona Florence, que diz que a sociedade deveria ser mais severa com quem comete atos como esse. Florence ainda enviou uma mensagem de apoio à denunciante, elogiando sua coragem e reforçando que outras mulheres estão ao seu lado. Continua após a publicidade “Presto homenagem a todos na faculdade que estão lutando por aquela garota, denunciando esses rapazes e tornando a vida deles insuportável, impossibilitando-os de encontrar alegria durante seus períodos na instituição. Não se deveria permitir que andassem livremente como o resto de nós, que valorizamos e cuidamos das almas.” Pugh disse que está cansada de ver casos como esse e afirmou estar “furiosa” porque, segundo ela, instituições como a Universidade Cornell continuam preocupadas em proteger os rapazes e temem que “seus futuros sejam arruinados”, sem se colocar no lugar das garotas, que não veem a justiça ser feita e sentem que suas reputações valem menos do que as daqueles que as violentam. “Isso destrói ainda mais a alma”, declara. Continua após a publicidade Florence afirma que as escolas, faculdades e universidades devem se responsabilizar pelos homens que estão formando, uma vez que eles pode causar danos mais sérios, caso não sejam devidamente punidos. “Não haverá igualdade até que respeitem nossos corpos. Não haverá igualdade até que parem de ferir nossas almas. Não haverá igualdade até que nos deixem viver. Não haverá igualdade até que possamos dizer que nos sentimos seguras”, declara a atriz, que finaliza o desabafo com: “Fiquem com raiva por nós. Por favor.” Tudo sobre o caso Cornell A jovem, identificada no processo