Harry Styles revela receio de sair de casa na época do One Direction
Categoria: Relacionamentos
Ele conta que uma namorada da época o ajudou a superar essa situação, o que mudou a sua vida até hoje
Por Capricho | 10/10/2026
Q uem acompanha Harry Styles caminhando e até correndo pelas cidades ao redor do mundo por onde ele passa, não imagina que, há alguns anos atrás, ele não conseguia se imaginar saindo do hotel sem um segurança. O cantor revelou, em entrevista para o vocalista do Radiohead , Thom Yorke , edição norte-americana da Rolling Stone , que nos tempos da banda, a experiência nos hotéis parecia “muito restrita”. Styles esteve na banda entre 2010 e 2016 e desabafa ao músico que pensava “não é seguro sair de casa”. A situação só melhorou depois que uma namorada dele na época foi passar uns dias com ele em Londres. “‘Eu pensei: ‘Se ficarmos três dias sentados na minha casa, ela vai achar que sou doido'”, brinca. Continua após a publicidade O cantor explica que eles “andaram por todos os lugares” e que essa experiência ao lado dela o ajudou a perceber que estava tudo bem estar do lado de fora, que ele estaria seguro. “Isso meio que quebrou aquela barreira”, declarou, complementando que esses dias com ela o ajudaram a ver e a viver sua vida sob uma outra perspectiva. “Agora, isso mudou minha vida de uma maneira enorme, porque é assim que você se mantém conectado ao mundo”, afirma. Styles conta que essa experiência pessoal também é comum a outros artistas, já que ele teria lido como caminhar ajudar essas pessoas a estar “no nível do chão” e a enxergar coisas que simplesmente não vê quando está dirigindo para todos os lugares”. Continua após a publicidade Yorke elogiou Styles e afirmou ter ficado impressionado em vê-lo caminhando sozinho pelas ruas de Roma, brincando ter pensado: “‘Onde estão os seguranças dele?'”. Embora seja uma decisão difícil, segundo o cantor, “é melhor que a outra alternativa”. “Conheço pessoas que receberam ameaças de morte e, depois disso, não saíam de casa e tinham seguranças patrulhando a residência. Você não quer viver assim”, afirma. “[Sono rimasto davvero colpito dal fatto che stessi semplicemente camminando per strada. Mi sono detto: “Ma dov’è la sua sicurezza?” È una tua scelta?] All’inizio, quando suonavo in una band e tutto il resto, l’esperienza nei vari hotel mi faceva sentire molto recluso. Era come se ci fosse questo pensiero costante del tipo: ‘Oh, non è sicuro per me stare là fuori’, in un certo senso. E poi ricordo che avevo una ragazza molto estroversa; stava venendo a Londra e io pensavo: ‘Oh, se ce ne stiamo chiusi in casa mia per 3 giorni, penserà che sono pazzo’ [Mmh] Quindi abbiamo camminato un po’ ovunque, e per me è stata una rivelazione, del tipo: ‘Oh, ma va benissimo stare fuori’ In un certo senso ha spezzato quel blocco. E ora ha cambiato la mia vita in modo enorme. È il modo in cui rimani connesso con il mondo e con l’esperienza… e ho letto qualcosa sul fatto che camminare sia la vera prospettiva dell’artista,