Carrie, a Estranha: Ranqueamos as versões, da pior à melhor
Categoria: Relacionamentos
Da série de Mike Flanagan à continuação dos anos 1990; confira a lista completa.
Por Capricho | 15/10/2026
É só uma nova Carrie, a Estranha chegar para a pergunta voltar: o que essa versão tem a acrescentar? A adolescente criada por Stephen King já passou pelo cinema, pela televisão e, agora, por uma série de oito episódios do Prime Video, criada por Mike Flanagan . Entre releituras, uma continuação e o clássico que apresentou a personagem às telas, reunimos as cinco produções da franquia para cinema e televisão em um ranking da pior à melhor. Tem baile que continua imbatível, uma protagonista gótica que merece mais atenção e uma Carrie que, em certos momentos, parece ter entrado em outra história. Ah, e antes que você pergunte: todas as versões de Carrie citadas estão disponíveis no Prime Video. Outra coisa: o texto contém spoilers das produções. Continua após a publicidade 5. Carrie, a Estranha — série (2026) Levar Carrie para o presente abre espaço para discutir ensino domiciliar, violência nas escolas, bullying nas redes sociais e o controle dos adultos sobre adolescentes. São caminhos interessantes, especialmente nas mãos do criador de A Maldição da Residência Hill , Missa da Meia-Noite e Doutor Sono . O problema é que a série apresenta muitas dessas questões sem desenvolver um ponto de vista particular. É curioso que uma das adaptações mais livres do livro também pareça tão contida. Flanagan parece confiar demais na força do material de King e pouco em uma visão própria capaz de reorganizá-lo. Essa distância aparece principalmente no baile. A raiva deveria explodir a partir de Carrie, mas Emaline assumir o controle de seu corpo desloca a sequência. Essa personagem funciona mais como um instrumento para explicar a mitologia do que como uma personagem desenvolvida. Carrie perde autonomia até no processo de descobrir os próprios poderes. Continua após a publicidade E o grupo de mulheres com habilidades sobrenaturais leva a trama para um território que lembra X-Men . Somado às intrigas escolares, o resultado às vezes parece Meninas Malvadas com telecinese. Tudo, menos Carrie, a Estranha . A Carrie de Summer H. Howell é tão positiva que chega perto de uma Poliana fazendo o jogo do contente. Seu jeito de confrontar a mãe também se afasta da personagem acuada que conhecemos. Samantha Sloyan é ótima, mas o roteiro suaviza Margaret: faltam a rigidez e o fanatismo que tornam essa relação tão sufocante. Como entretenimento, a série funciona. O elenco é bom, e até personagens mais clichês ganham desenvolvimento suficiente para manter o interesse. A última posição vem da descaracterização. A série tem ideias e prende a atenção, mas não faz essas mudanças renderem uma versão igualmente forte. Continua após a publicidade 4. Carrie, a Estranha (2002) Protagonizado por Angela Bettis , dirigido por David Carson e escrito por Bryan Fuller , que depois criaria Hannibal , o telefilme de 2002 revisita a história da adolescente perseguida pelos colegas e reprimida pela mãe. Mesmo com uma nova intérprete no centro da trama, essa versão não encontra muito charme. Falta