5 cartas mais temidas do Tarot (e por que elas não são tão ruins assim)
Categoria: Relacionamentos
Elas mostram momentos, sentimentos e caminhos. Não fazem julgamento. Quem coloca peso de bom ou ruim somos nós, sabia?
Por Capricho | 14/05/2026
S abe aquele friozinho na barriga quando você embaralha o Tarot online e cai a carta da Morte logo de cara? Universal. A reação automática é fechar a página e fingir que não viu nada. A real é que nenhuma carta do Tarot é vilã por natureza. Pelo menos é o que explica o tarólogo Leo Chioda , do Personare. Segundo ele, toda carta tem duas faces: uma clara e uma escura. O problema é que a gente costuma decorar só o lado pesado de algumas , principalmente quando a imagem é assustadora. Caveira, fogo, demônio, gente pendurada de cabeça pra baixo. Olhar pra isso e pensar em algo bom não é fácil. Mas, segundo Leo, as cartas funcionam como espelhos. Elas mostram momentos, sentimentos e caminhos. Não fazem julgamento. Quem coloca peso de bom ou ruim somos nós. Antes de seguir, que tal jogar o Tarot do Dia agora e ver se alguma das cartas abaixo aparece pra você? 5 cartas mais temidas do Tarot 1. A Morte A mais famosa do pacote. Aquela do esqueleto com a foice. Continua após a publicidade Quase ninguém quer ver essa carta cair. Mas Leo Chioda lembra que A Morte raramente fala de morte literal. Ela representa o fim de um ciclo, um corte necessário, algo que precisa acabar pra dar espaço pro novo. Pensa naquele relacionamento que já estava por um fio, naquela amizade que virou só obrigação, naquele assunto que você ficou ruminando por meses. A Morte tende a aparecer quando é hora de soltar. O lado bom, segundo o tarólogo: essa carta também pede uma postura mais firme. Aceitar o que está fora do seu controle e agir no que ainda pode mudar. 2. A Torre Raio caindo no telhado. Gente pulando da janela. Pavor puro em formato de imagem. Essa é a carta da virada inesperada. Aquele momento em que tudo desaba e você nem viu vindo. Crush que some, prova surpresa, briga feia com a melhor amiga. Pode ser que A Torre tenha passado por ali. Continua após a publicidade Leo Chioda observa que A Torre funciona como um terremoto que acorda a gente pra realidade. Quando as bases são sólidas, a estrutura aguenta o tranco. Quando não são, a queda é sinal de que precisava mudar mesmo. Sai do piloto automático, repensa as escolhas e segue. 3. O Diabo Calma. Não tem a ver com possessão, magia ruim nem nada do gênero. Segundo Leo Chioda, O Diabo é a carta das amarras. Aquelas dependências que a gente mesmo cria. Vício no celular, ciúme exagerado, fixação no ex que deixou no visto, rancor que não passa. Tudo isso é território dessa carta. Mas tem um lado escondido aí. O tarólogo aponta que O Diabo também ensina a tomar as rédeas da própria vida. A parar de esperar permissão pra ser feliz. A rir mais, ousar mais, levar tudo com humor. Continua após a publicidade No fim das contas, é uma injeção de coragem. 4. A Lua Cachorro uivando, lagoa escura, sensação de que tem algo estranho no ar. A Lua é a carta dos medos que a gente alimenta em silêncio. Aquela ansiedade que aperta no peito antes de dormir. As inseguranças que parecem crescer quando ninguém está olhando. Leo Chioda explica que