Como é transformar Olivia Rodrigo em LEGO? Amy Corbett conta à CAPRICHO
Categoria: Relacionamentos
Gerente sênior de design da LEGO revela os bastidores da criação dos sets da cantora, processo que levou cerca de 18 meses e envolveu até pesquisa com fãs.
Por Capricho | 03/08/2026
T ransformar o universo de uma das maiores estrelas pop de sua geração em pecinhas de LEGO não começa, necessariamente, colocando um bloquinho em cima do outro. Antes de os novos sets inspirados em Olivia Rodrigo ganharem forma, teve pesquisa, música tocando, show na Netflix , conversas com fãs, desenhos, protótipos e muitas idas e vindas com a própria cantora. Em Los Angeles, na Califórnia, a CAPRICHO conversou com Amy Corbett, gerente sênior de design da LEGO , para entender como foi o processo de desenvolvimento da coleção. Segundo ela, o projeto levou cerca de 18 meses, um período até mais curto do que o habitual para a empresa, e tinha um desafio especial: criar cinco produtos que pertencessem ao mesmo universo sem parecerem iguais. CAPRICHO foi até Los Angeles montar LEGO com Olivia Rodrigo No meio do caminho, Olivia também participou das decisões, fãs foram chamados para avaliar ideias ainda na fase de protótipos e vários easter eggs acabaram escondidos nas construções. Leia a entrevista abaixo: CAPRICHO: Como começa o processo criativo para desenvolver sets de LEGO como esses? Amy Corbett: Este foi, na verdade, um projeto muito rápido comparado ao normal. Geralmente levamos até dois anos desde o início do desenvolvimento de um produto até ele realmente chegar às prateleiras. Este foi um pouco mais rápido, trabalhamos nele por cerca de 18 meses. Começamos reunindo inspiração, tentando absorver tudo o que conseguíamos encontrar. Assistimos ao show da Olivia na Netflix, olhamos fóruns para entender o que os fãs estavam dizendo, reunimos os ícones desse universo, tínhamos os álbuns, ouvíamos as músicas… Estávamos tentando realmente mergulhar no mundo dela. Continua após a publicidade Normalmente começamos com pesquisas e depois partimos para os desenhos, para explorar as ideias. Houve muitas idas e vindas com Olivia, sua equipe e os fãs. E tudo isso aconteceu antes mesmo de começarmos a construir. Qual foi o maior desafio de transformar o universo de Olivia Rodrigo em uma coleção? Acho que é desafiador criar cinco produtos para uma mesma pessoa e fazer com que eles pareçam pertencer a uma coleção, que funcionem juntos e que você possa ter todos, mas, ao mesmo tempo, sejam diferentes, individuais e únicos o suficiente para se conectar com fãs diferentes. Esse foi provavelmente o maior desafio: torná-los diferentes o bastante, mas fazer com que todos funcionassem juntos. Tivemos muitas conversas sobre os detalhes. Se vamos usar uma cor com bastante força, por exemplo, como conseguimos diferenciá-la em cada produto? Também foi muito interessante porque representar uma pessoa é algo muito pessoal. Estávamos aprendendo como garantir que Olivia gostasse das minifiguras que estávamos criando e que elas realmente a representassem da melhor maneira, especialmente porque estávamos fazendo cinco versões diferentes e queríamos que todas parecessem únicas. E os fãs também participaram desse processo? Sim. Tivemos muitas idas e vindas com Olivia, sua