A CAPA TAMBÉM PODE SER NOSSA
Categoria: Relacionamentos
Existem coisas que a gente passa tanto tempo imaginando que, quando finalmente acontecem, parece difícil acreditar que são reais.
Por Capricho | 23/08/2026
F azer parte da Galera CAPRICHO começou muito antes das câmeras: começou em uma inscrição a partir de uma pergunta: “Por que você deveria fazer parte da Galera CAPRICHO?”. Cada pessoa chegou com uma resposta particular, uma edição, um roteiro e uma maneira única de mostrar quem era. E talvez seja justamente aí que essa galera comece a fazer sentido: ninguém chegou igual. Foi assim que jovens saíram de diferentes estados do Brasil rumo à Grande São Paulo para realizarem um desejo de tantas gerações: fazer parte de uma capa de revista. A gente já tinha se esbarrado no início do ano, primeiro pela tela, e agora estava ali, reunido no estúdio. Eram pessoas de lugares diferentes, com cultura, estilos, sotaques e jeitos diferentes. Pedro descreve o momento como a realização de um sonho. “Parece que eu estou vivendo um filme, que eu sou a câmera”, conta. É como se ele estivesse vivendo a própria cena e, ao mesmo tempo, observando tudo de fora, tentando entender que aquilo realmente estava acontecendo. Continua após a publicidade Lyvia também se sentiu “anestesiada”. A gente espera tanto tempo por uma experiência assim que, quando ela finalmente chega, talvez seja difícil simplesmente parar e aproveitar. No meio das fotos, das roupas, do ensaio e de conhecer todo mundo, ela já pensava na saudade que viria depois. Para ela, uma das partes mais especiais era justamente poder “traduzir o que é a Galera Capricho em fotos”. Para Pablo, que já tinha vivido a experiência de estar diante das câmeras na revista de Julho, o encanto continuou. Ele se sentiu novamente hipnotizado pelo shooting, pelas cores, pelas roupas e por toda a produção. Nunca tinha imaginado fazer um photoshoot daquela forma, muito menos com uma marca tão grande. Se precisasse resumir tudo em uma palavra, escolheria “mágico”. Continua após a publicidade Mas ser Galera CAPRICHO não acontece apenas diante das câmeras, também existe a escrita. Mariana descobriu que colocar as próprias ideias no papel não era tão simples quanto imaginava. A produção dos textos pode ser difícil, mas, quando finalmente saem, vem junto uma sensação enorme de felicidade e orgulho, ainda maior quando amigos e familiares acompanham o resultado. No meio de tudo isso, ainda tem maquiagem, roupas e a possibilidade de experimentar coisas que ela nunca imaginou usar. “Tá sendo de outro mundo”, resume. A moda também nos deu espaço: o de experimentar sem precisar decidir quem você é de uma vez. De testar uma roupa, mudar o cabelo , colocar um acessório inesperado e descobrir que, no fim, aquilo também pode ser você. E, naquele estúdio, cada escolha era construída junto. Um “eu gosto” daqui, um “temos” dali, até a gente olhar no espelho e pensar: é isso. Poder testar coisas novas, mudar de ideia e descobrir o que faz você se sentir bem também é uma forma de liberdade. Ser adolescente é passar boa parte do tempo tentando descobrir quem você é enquanto o mundo parece oferecer mil maneiras de dizer quem você deveria ser. Talvez a