‘Purple’, de Olivia Rodrigo, ensina sobre não se perder em uma relação
Categoria: Relacionamentos
A nova trend inspirada na faixa mostra que dividir a vida com alguém não significa abrir mão dos próprios sonhos e conquistas.
Por Capricho | 02/09/2026
“Eu tinha grandes sonhos até me amarrar você”, canta Olivia Rodrigo em Purple , faixa do álbum You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love. A música, que usa as cores como uma metáfora para falar sobre sentimentos, retrata um relacionamento que começa leve, ganha intimidade, até que começam as discussões e chega ao fim. No refrão, a cantora diz que a pessoa que ela gosta é “vermelha” e ela é “azul”, e com a união, ela passa a ver o mundo em “roxo”, que é justamente as junção das duas cores. Mas aí ela aponta o problema na letra: “ Me derreto com você até tudo ficar preto. Me derreto com você até só restar tristeza.” Existe uma armadilha perigosa para quem namora que é ficar tão imersa na relação e acabar deixando a individualidade de lado. Sem perceber, o relacionamento vira o centro da vida e todo o restante das coisas que ama e que fazem parte de quem se é fica em segundo plano, totalmente esquecido. Nas redes sociais, a galera começou a usar a música de Olivia Rodrigo falar sobre esse problema, mas mostrando o oposto: relacionamento saudáveis em que a individualidade é preservada. Na trend, a pessoa posta fotos junto com o namorado ou namorada e diz que não se identifica com a canção, elencando sonhos, hábitos e conquisas individuais que teve enquanto compartilhava a vida com outra pessoa. Continua após a publicidade @spicyleo__ olivia rodrigo jamás serás vencida por un hombre #fyp #oliviarodrigo #purple ♬ original sound – ℳ Como não perder a individualidade no relacionamento? Para não cair em um dinâmica problemática que tira sua individualidade, é preciso ficar atento a mudanças no comportamento e como você anda se sentindo. Em um relacionamento saudável, você sempre vai ter tempo de fazer o que gosta, certo? Deixar atividades que antes te traziam prazer porque “não combinam” com o outro ou porque o parceiro não participa não é um ato de amor. Se você se sente culpada(o) quando se prioriza, é um sinal de alerta. Vale deixar bem claro: fazer algo por si não sinônimo de egoísmo. O uso constante do “nós” e quase nunca do “eu”. É aí que a identidade vira um conjunto, não uma soma. Quando, na verdade, o certo para dar certo é cada um deve ter decisões, expectativas e opiniões próprias e que se convirjam. Continua após a publicidade + Quer receber as principais notícias da CAPRICHO direto no celular? Faça parte do nosso canal no Whatsapp, clique aqui. Continua após a publicidade Newsletter CH Inscreva-se e receba no seu e-mail o melhor do que rolou na semana na CH. Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá este conteúdo por email em breve. Marina Sena transforma Taiobeiras em música e celebra suas raízes Publicidade