Chady abre o Rock in Rio 2026: “Vai passar um filme na minha cabeça”
Categoria: Relacionamentos
Artista sobe ao Palco Supernova nesta sexta (4) com show 100% autoral e relembra a primeira vez que foi ao festival, em 2011
Por Capricho | 03/09/2026
Q uinze anos depois de assistir ao Rock in Rio no meio do público, Chady vai voltar ao festival em uma posição bem diferente: em cima do palco. Nesta sexta-feira (4), o cantor, compositor e multi-instrumentista será responsável por fazer o primeiro show do Rock in Rio 2026, a partir das 14h30, no Palco Supernova. O espaço, dedicado a apresentar nomes da nova geração, recebe o artista carioca em um momento especial de sua carreira. Chady começou seu projeto autoral há pouco mais de três anos e admite que ainda é difícil dimensionar a ideia de ser a primeira atração desta edição. “Acho que vai passar um filme na minha cabeça. Eu comecei meu projeto autoral há pouco mais de três anos, então estar abrindo o Rock in Rio é uma coisa que, se me contassem lá atrás, talvez eu nem acreditasse”, conta à CAPRICHO . Na hora em que o show começar, porém, ele pretende deixar o tamanho do momento um pouco de lado. “Quero subir, olhar pra minha banda, olhar pro público e fazer o melhor show que eu posso. Se tiver 30 pessoas na minha frente ou 30 mil, minha entrega vai ser exatamente a mesma.” Continua após a publicidade View this post on Instagram Um cartão de visitas para quem ainda não conhece Chady Estar no Palco Supernova também significa que parte do público provavelmente terá seu primeiro contato com Chady justamente dentro do Rock in Rio, uma perspectiva que, segundo ele, deixa a apresentação ainda mais interessante. “Quero que as pessoas entendam quem eu sou através do show, sem precisar explicar muito. Minha relação com o rock, com as baladas românticas, com a guitarra, com as letras… Acho que ao vivo tudo isso faz ainda mais sentido”, explica. Continua após a publicidade Por isso, o repertório foi pensado quase como uma apresentação oficial de suas diferentes facetas. O show será 100% autoral, acompanhado por uma banda com duas guitarras, baixo e bateria. Em alguns momentos, o próprio Chady também assume o violão ou a guitarra. “O repertório vai do rock a baladas mais românticas. Mais do que pensar em agradar alguém que ainda não me conhece, quero mostrar com muita verdade o artista que eu sou hoje. Se a pessoa se conectar com isso, já ganhei.” A experiência em grandes festivais, aliás, não é totalmente nova. Em 2025, Chady passou pelo The Town , realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. De lá para cá, ele acredita que uma das principais mudanças aconteceu na própria relação com o palco. Continua após a publicidade “Acho que principalmente a confiança. De lá pra cá fiz mais shows e entendi melhor quem eu sou como artista e fiquei muito mais confortável no palco”, diz. O cantor também conta que aprendeu a diminuir a ansiedade pelo que vem depois. “Antes eu ficava muito preocupado com o próximo passo. Hoje tento olhar mais para o que está acontecendo agora e aproveitar.” De fã no público a artista no palco Se abrir o Rock in Rio já carrega um simbolismo por si só, a história de Chady com o festival torna tudo ainda mais pessoal. Ele esteve na ed