Wolf Alice revela suas obsessões brasileiras após shows de estreia no país
Categoria: Relacionamentos
Banda fala sobre fãs apaixonados, “Lipstick on the Glass”, Rio de Janeiro e a vontade de voltar o mais rápido possível
Por Capricho | 06/06/2026
A espera finalmente acabou. Depois de mais de uma década lendo comentários de “come to Brazil” nas redes sociais, o Wolf Alice fez sua aguardada estreia no país com apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo e parece que a experiência superou todas as expectativas da banda britânica. Em entrevista à CAPRICHO , os integrantes falaram sobre a conexão com os fãs brasileiros, a campanha para tocarem Lipstick on the Glass , a energia dos shows e até revelaram suas obsessões totalmente brasileiras. Para Theo Ellis , a recepção dos fãs brasileiros foi ainda mais emocionante do que ele imaginava. “Desde o começo da banda, víamos muitos comentários, mas por muito tempo parecia difícil imaginar que isso realmente aconteceria”, contou. Ao longo dos anos, ele percebeu o crescimento do público latino-americano e o surgimento de perfis dedicados ao grupo. Por isso, finalmente tocar no Brasil foi “um verdadeiro sonho realizado.” São fãs muito apaixonados. Quando as pessoas querem te apoiar dessa forma, é uma das melhores sensações que existem. Isso faz toda a viagem valer a pena. Theo Ellis sobre fãs brasileiros Pouco antes da estreia no Brasil, fãs brasileiros iniciaram uma campanha para colocar Lipstick on the Glass no topo do iTunes do país. O movimento viralizou, chamou atenção da banda e acabou rendendo um presente especial: a música entrou no setlist da passagem pela América Latina. Joel Amey revelou que ficou impressionado ao acompanhar tudo de perto. “Foi incrível. Eu estava esperando alguém confirmar que isso era real para mim. É simplesmente impressionante.” Continua após a publicidade O baterista também contou que ficou emocionado ao ver vídeos da reação do público durante as apresentações: “Nós amamos essa música e eu adoro que os fãs tenham criado uma conexão tão forte com ela. Foi muito especial poder tocá-la novamente. Eu vi vídeos das pessoas cantando tão alto que foi algo muito emocionante. Somos muito gratos por essa demonstração de carinho.” View this post on Instagram Um show para ser vivido, não gravado Quem esteve nos shows provavelmente percebeu uma cena cada vez mais rara: celulares abaixados e fãs completamente mergulhados no momento. Durante várias músicas, a banda incentivou o público a cantar, bater palmas e pular. O resultado foi uma troca de energia que marcou os integrantes. “Foi bastante nostálgico. Nos lembrou dos primeiros anos da banda”, disse Ellie Rowsell . “Dava para sentir de verdade a conexão no ambiente, e isso é muito especial.” A vocalista contou que o grupo chegou a brincar depois dos shows porque quase não existiam registros de alguns momentos. “Tivemos vários mosh pits e depois tentávamos encontrar vídeos. Mas ninguém tinha gravado nada porque todo mundo estava vivendo o show. Chegamos a brincar que ninguém iria acreditar na gente.” Continua após a publicidade Ao ouvir que uma fã saiu do show gritando “o rock está vivo!”, Theo não escondeu a felicidade. Segundo ele, seria uma honra se o